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Nas Nuvens de Um Terceiro Andar

Nas Nuvens de Um Terceiro Andar

O que se lê aqui por cima #14

Agosto 28, 2017

Nuvem

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Resumo: "Sob o olhar negligente do pai, Rosie definha na quinta onde vive. Sujeita aos maus-tratos dos meios-irmãos, Seth e Norman, e sem uma mãe para a proteger (há muito que desapareceu), a sua vida é dura e solitária. Mas no dia em que chega a governanta, Heather Farley, tudo parece mudar. Heather depressa se torna uma amiga… e até uma mãe…
Mas a alegria revela-se passageira, pois Heather desaparece misteriosamente, deixando para trás o filho, Alan, e frustrando todas as esperanças de Rosie num futuro melhor. Mas só quando o irmão de Heather, Thomas, aparece na quinta é que Rosie descobre a terrível verdade sobre a sua própria família… e finalmente ganha coragem para fugir. Mas o mundo que a espera lá fora, infelizmente, não é menos cruel. De Bristol ao Sussex, do Sussex a Londres - Rosie tudo faz para dar um novo rumo à sua vida. Mas será ela capaz de escapar à fúria vingativa de Seth?"

 

Maravilhosa Lesley Pearse que nunca desilude. É absorvente, intenso e tão bem escrito. Sempre num tempo mais antigo, quando a guerra ainda marca a vida das pessoas, é um livro que nos faz gostar da personagem principal como se a conhecêssemos desde sempre.

É um livro simples mas tão bonito. Sem palavras ardilosas, mas escrito com o coração.

Filmes que se vêem aqui em cima #20

Agosto 26, 2017

Nuvem

 

Para quem, como eu e o maridão, é dos tempos áureos de "Marés Vivas" este foi um filme que decidimos ver apesar das más críticas. E, é verdade, o filme deixa muito a desejar.

Tem demasiados efeitos especiais para o nosso gosto. Tem alguns momentos engraçados e até de nostalgia quando o velho Mitch regressa ou a querida Pamela...mas convenhamos, estava à espera de muito melhor.

Vale pela recordação. E pela beleza das praias...e por alguns momentos de riso. Mas merecia melhor, muito melhor.

Quando um Bombeiro te agradece!

Agosto 25, 2017

Nuvem

Os incêndios chegaram ao pé de mim. E, num inferno que desce à terra, só podemos e devemos agradecer aos bombeiros.

Hoje, quando vinha a medo para o trabalho por uma estrada que não conhecia porque tanto a nacional como a auto-estrada estavam cortadas, encontrei um bombeiro perdido. Era de Viana do Castelo, estava ali a ajudar e tinha que ir ter a uma localidade ali perto para se encontrar com colegas que se tinham dividido para ajudar no combate.

Pediu-me boleia e pediu desculpa por estar tão sujo. A minha resposta? "Não tem que pedir desculpa..eu é que tenho de agradecer por estar aqui".

Dei-lhe boleia e ele fartou-se de me agradecer porque estava tão cansado que, se tivesse que ter feito todo aquele caminho a pé, não sabia se teria força para continuar a combater... não era para descansar, era para continuar a lutar por todos nós.

Quando o deixei, soube que tinha feito o pouco que podia fazer. E soube, ali mesmo, que nada acontece por acaso. Tinha de ter todas as estradas fechadas para, ali mesmo, ajudar alguém que precisava.

Obrigado a estes senhores. De coração. Obrigado Bombeiros!

O que se lê aqui por cima #13

Agosto 18, 2017

Nuvem

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Resumo: "Numa pequena cidade do Vermont, uma parcela de terra é posta à venda levantando uma onda de protestos. Segundo os índios Abenaki, naquele terreno situa-se um ancestral cemitério índio. Para os acalmar, o investidor que ali pretende fazer um centro comercial contrata Ross Wakeman, um investigador do paranormal. Ross tentou o suicídio por diversas vezes, na esperança de se ir juntar a Aimee, a noiva que morrera oito anos antes. Mas após diversas noites a investigar, tudo o que Ross encontra é Lia Beaumont, uma mulher misteriosa que, tal como Ross, pretende desafiar as fronteiras que separam a vida da morte.


Assim tem início uma extraordinária história de amor e de destino, marcada por um crime passional. Jodi Picoult centra-se numa parte obscura e pouco conhecida da história norte-americana, o projeto eugénico dos anos 30, para neste contexto explorar a maneira como as coisas voltam para nos assombrar - tanto literal como figurativamente."

 

Jodi Picoult raramente desilude. E este livro não é exceção! Dos melhores dela, fala de um tema tão sensível como a espiritualidade mas de uma forma simples e sublime, sem ferir suscetibilidades! Com uma envolvente fantástica, faz querer ler tudo para saber o fim!

Com uma escrita simples mas bonita, característica dela, consegue o que poucas conseguem: querer sempre mais!!

O arroz doce da mãe

Agosto 14, 2017

Nuvem

Todos temos alguma coisa que não comemos em mais lado nenhum como a nossa mãe faz não é?

No meu caso, há várias coisas, ou não fosse a minha mãe cozinheira, mas o arroz doce é a mais flagrante!

Não há ninguém que até hoje tenha feito o arroz doce como ela: cremoso, com o arroz sem estar esfeito, com um sabor de outro mundo. Não como assim em lado nenhum!

E vocês, o que é que só a vossa mãe sabe fazer?

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