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Nas Nuvens de Um Terceiro Andar

Sab | 04.09.21

À Conversa nas Nuvens - Cláudia Telles Freitas

Nuvem

Cláudia Telles Freitas é, reconhecidamente, uma das melhores Formadoras Hospitalares e Organizacionais do país. É consultora sénior de hospitais, instituições portuguesas e multinacionais. É a formadora que todos gostariam de, pelo menos por uma vez, poder presenciar, acreditem! 

Hoje, a Cláudia aceitou vir até às Nuvens falar-nos um pouco de si e do seu trabalho!

 

À Conversa Nas Nuvens (1).png

 

Olá, Cláudia. Nunca é demais agradecer a sua disponibilidade e o aceitar estar hoje aqui nas Nuvens! A Cláudia licenciou-se em relações públicas e ciências da comunicação. Nessa altura, qual era o plano?

Estar à Conversa nas Nuvens, é um gosto.  Obrigada pelo bonito convite, querida Lara.

Sim, havia um plano.  Um plano-base que estava “casado” com o meu “grande amor”: o setor da Saúde. “Fugi” à medicina porque temia falhar clinicamente. Cursei comunicação “de corpo e alma”. Sempre senti e compreendi a comunicação como o motor e a força, de Tudo e de Tanto, nas Organizações e nas Equipas Multidisciplinares.

O plano-base era, conscientemente, cooperar no desenvolvimento da comunicação, nas Instituições de Saúde, pelas suas PESSOAS e pela eficiência das ORGANIZAÇÕES. E este plano – a que chamo Plano UM - fez “nascer” muitos planos complementares.

 

Hoje é, a nível nacional, uma das melhores formadoras hospitalares e organizacionais. Como foi o caminho até aqui?

Adoro a palavra “caminho”. O caminho até aqui, foi como o filme “E Tudo o Vento Levou”. Houve, como no filme, um pouco de tudo. Foi um caminho desenvolvimentista. Comecei a estudar o Hospital de São João (HSJ). Estudei a sua história, dinâmica, cultura, clima organizacional. No HSJ, abracei responsabilidades de pensar e começar um plano de melhoria comunicacional, pelas suas Pessoas. A missão foi “interrompida”, temporariamente, por um Amor e uma Missão maiores: o acompanhamento do meu Pai, nos últimos dias de vida. 365 dias depois, reiniciei caminho. Aventurei-me, por um ano, na docência, na Biotecnologia da Católica, e revolucionei a forma de conversação, tornando-a mais bilateral, e menos unilateral, patrocinando memoráveis eventos beneficentes e “fora da caixa” com os alunos.

Retomei cooperação e diálogo com inúmeras Instituições e Equipas de Saúde. A partir daí, não era só a Cláudia do HSJ. Era a Cláudia do Hospital de Santo António, do Hospital Pedro Hispano, do Hospital da Horta, do Hospital de Penafiel. Era a Cláudia do Serviço Nacional de Saúde. Das Misericórdias, dos Hospitais Privados. Era a Cláudia dos Enfermeiros, dos TSDT’s, dos AT’s, de Todos os Profissionais de Saúde. Das Universidades, dos Líderes, das Ordens, dos Sindicatos. Era a Cláudia dos Congressos, Workshops, TeamBuildings. A Cláudia da escrita sobre liderança, e da investigação MAIEC com o Pedro Melo. A Cláudia do Voluntariado de Competências em projetos e causas. A Cláudia impulsionadora de desenvolvimentos, compromissos, complementaridades, nos Hospitais e nas Equipas, na retaguarda e à frente, visível ou não, a jusante ou a montante.

Aprendi imensuravelmente! Expus ideias num rol de eventos nacionais e internacionais, e escutei muitas ideias, e comecei parcerias e a Cláudia Telles de Freitas & Partners – Consultores de Organizações de Saúde, com associados empenhados e experts. Aprendi gestão. Aprendi liderança. Certifiquei-me em Coaching, PNL, Storytelling, Análise Comportamental DISC, etc., por querer conhecer ferramentas para as aplicar respeitosamente. Assessorei um sem número de gestores de topo e intermédios do SNS, e acompanhei in loco, tantas equipas multidisciplinares de Centros Hospitalares e Unidades Locais de Saúde, procurando soluções para os problemas. Dei aulas em Universidades (Católica, ESEP, Piaget, UFP, UP, ESSCVP, etc.) de Comunicação Estratégica, Governação Clínica, Benchmarking, Comportamento Organizacional, etc. com colegas ilustres com quem muito aprendi. Co-escrevi artigos, e fiz muito e muitas mais coisas, com muito mais pessoas e mais empresas, que me fizeram crescer como Pessoa, como Profissional.

O meu caminho na Saúde é sustentado por humildade, diálogos, em ser e fazer com os Outros, por coragem, honestidade, generosidade. Amo o que faço. Adoro trabalhar. Tenho muito a agradecer, e a muitos!  Trabalho arduamente para ser inspiradora e servir os outros, e não trabalho para ser a “melhor” formadora. Este caminho parecido com um filme de Hollywood, é exigente, leva-me a dormir pouco como o meu Presidente da República, a engordar por não ter horas para as refeições, a não telefonar frequentemente a quem gosto, a estar mais ausente dos Amigos que eu julgo estarem bem porque estou na “frente de batalha” com as organizações que estão menos bem. São os “espinhos” do caminho. Lembro-me, por exemplo, do dia em que tive que honrar o compromisso formativo, que assumira com um hospital, no dia da mastectomia de urgência da minha Mãe. Lembro-me do dia em que decidi honrar o compromisso de palestrar num evento internacional, na Figueira da Foz, e estava com febre altíssima e praticamente afónica. Mas, estava lá. Desafiei-me. Desafiei limites. Encontrei soluções com os meus associados, principalmente, com o José Teixeira e o Pedro Melo.  E cresci. Vou continuar a caminhar…

 

A Cláudia é também especialista em teambuilding. Com a crise de valores que a sociedade parece atravessar, é cada vez mais difícil que as equipas se comportem como tal?

Uma EQUIPA comporta-se como equipa quando existe Liderança, Objetivos e Confiança, seja em cenário de guerra, hospitalar, político, ou familiar. Há Equipa quando o Todo e as Partes sabem claramente o “Porquê?” de fazerem o que estão a fazer, ou de fazerem o que farão.

Só há EQUIPA com verdade. Com diálogo construtivo. Está no nosso “Círculo de Controlo” fazer acontecer. Está nas nossas “mãos”! Construir espírito e trabalho de equipa, é compreender diferenças, geri-las, integrá-las, aproveitá-las. Como? Passo UM possível? Entendimento de perfis comportamentais. Entender perfis, ajudou-me a compreender que as pessoas são diferentes, opinam diferenças, agem diferente. Ajudou-me a interiorizar que, quando contra-argumentam, não estão contra mim! Estão apenas a expor as opiniões diferentes, da sua maneira diferente. Este entendimento, cozinhou uma serenidade diferente em mim, que partilho nos meus cursos.

Há EQUIPA, quando não há a cultura do “melhor” ou do “pior”. Quando ninguém se comporta, ou sente, “superior” ou “menor”. Há EQUIPA, quando todos se vêm, e são vistos, como complementares, por causa dos papéis, dos posicionamentos, das responsabilidades e das tarefas diferentes, que contribuem para o objetivo global.

Numa EQUIPA, não há amigos ou inimigos, não há o “ou estás comigo, ou estás contra mim”. Há profissionais com consciência organizacional.  Como num “puzzle”, há EQUIPA com todas as “peças”. Tal como na cozinha de um Chef galardoado com estrelas Michelin, todos têm o seu papel, TODOS contribuem para o prato fantástico apresentado à mesa. Na cozinha, há liderança, há objetivos, há confiança. Todos confiam na competência de cada um, há delegação de tarefas, há metodologias e processos conhecidos, há um propósito comum sabido e falado, que alberga, frequentemente, outros propósitos que não colidem nem se opõem ao propósito comum. As equipas podem comportar-se assim! Haja liderança, objetivos, confiança… e Habemus Equipa!

 

Diz que “O coaching é um “parto” que permite passar de um estado a outro estado” … ver alguém a alcançar o sucesso é a melhor recompensa para o seu trabalho?

Mais do que ser a melhor recompensa para o meu trabalho, é sentir que é recompensa para aquele que alcança o sucesso. Sinto que aquela “missão está cumprida”. E fico muito feliz.

 

Quem já contactou consigo, mesmo que só em contexto de formação, nunca mais a esquece. Tem essa noção?

Tenho a sorte de poder continuar em contacto com muitos, e a honra de ser contactada por muitos, com que interagi, e interajo. É uma grande alegria.

Sinto que posso ser esquecida.

Porém, há a felicidade de sentir que muitas ideias partilhadas ficam, para sempre, nas pessoas e nas equipas inesquecíveis com que trabalhei ou trabalho. Há a felicidade de saber que essas ideias têm contribuído para melhorias, mudanças, metas.

Não esqueço os “meus” formandos e… sinto saudades. Muitas.

Das pessoas e equipas com que contactei, trabalhei, e que a vida ainda não permitiu reencontrar.

 

Nas suas palavras, a Claúdia é “uma pessoa apaixonada e grata à vida”. Nos momentos mais difíceis que a vida nos dá, uma pessoa tão otimista como a Cláudia, agarra-se a quê?

Agarro-me às pessoas maravilhosas que me amam, apoiam, escutam. Agarro-me aos exemplos de pessoas próximas inspiradoras, às crenças potenciadoras (o impossível é uma questão de opinião; na adversidade há oportunidades, etc.). Agarro-me a Deus. Agarro-me ao documento, que escrevi aos 30 anos, e que me inspira e eleva a moral.

 

É necessário que cada um de nós se empodere, que nos tornemos líderes das nossas próprias vidas?

Sim. Pela própria tomada de decisão de desenvolvimento. Pelo desenvolvimento de competências técnicas, funcionais, comportamentais. Pelo autoconhecimento. Pela implementação do raciocínio ®R.O.D.A. aos contextos (1º Tomar consciência da Realidade, isto é, Como estou a comportar-me no momento presente? 2º Definir Objetivo(s), isto é, Como quero comportar-me? 3º Pensar e encontrar Direções, Soluções para atingir objetivo. E 4º Construir um plano de Ação). Tudo isto torna-nos mais capazes, confiantes, concretizadores.

É essencial “tomarmos as rédeas” da vida, do nosso processo de melhoria pessoal, e darmos passos: contar até dez antes de dizer “Não concordo!”, fazer perguntas para clarificar omissões e generalizações no discurso dos outros, silenciar o telemóvel pessoal numa reunião de equipa, identificar a causa da falha evitando a política do “apontar o dedo”, da caça aos culpados. Sim, somos líderes da nossa evolução pessoal com pequenas grandes decisões, e que todas somadas geram mudança de estado desejável e realizadora.

Na Esfera Pessoal, podemos liderar a nossa Vida, conscientes que, nem sempre, e nem nunca, estamos sozinhos, independentes de Tudo e de Todos, pelo que, frequentemente, somos co-líderes de uma Vida partilhada, por exemplo, no contexto familiar. Na Esfera Organizacional, que abraçamos por concurso, estágio ou convite, a liderança da Vida Organizacional, pelas Chefias, deve respeitar-se, e podemos (e devemos!), assertivamente, expressar opiniões, emoções, soluções, podendo influenciar rumos. Mesmo onde não nos sentimos líderes, somos “donos” dos nossos diálogos internos, lideramos e executamos as funções que nos delegaram naquele dia de trabalho, somos responsáveis pelos Doentes que nos estão adstritos, somos líderes de opinião junto de alguns, impactamos positiva/negativamente, com o comportamento no estado das pessoas/equipas.

 

Com todo este contexto de pandemia e que revolucionou a forma de trabalhar e até de estar, que principais diferenças a Cláudia nota nas equipas de saúde?

Gestão e partilha de informação atualizada, em rede. Capacidade de construir equipas “novas”, em tempo recorde, com nova missão, com profissionais de diferentes serviços, ou do mesmo Serviço, para responder às novas necessidades. Constante readaptação às frequentes alterações e nos modos de atuação. Trabalho em equipa e de forma sinérgica com todos os interlocutores do cenário global.  Mudança na comunicação com o Doente, inovando-a.

 

Podemos, daqui a um tempo, estar perante profissionais esgotados, onde os níveis de burnout e depressão ameaçam ser assustadores? De que forma podem as organizações ajudar a minorar todas estas consequências?

As Organizações de Saúde (Centros Hospitalares, Hospitais Distritais, Unidades Locais de Saúde) têm Departamentos de Saúde Mental ou Profissionais empenhadíssimos em acompanhar as Equipas de Saúde, e têm Planos de Ação em curso. A título de exemplo, a Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) e o seu Departamento de Saúde Mental desenvolveram a iniciativa “A SEU LADO”, que pretendeu cuidar da Saúde Mental de Todos os Profissionais de Saúde, através de um rol de ações (atividades lúdico-terapêuticas dirigidas à saúde emocional e física, difusão de conteúdos motivacionais que ajudam a descentrar das temáticas adversas, linhas telefónicas de apoio, App com vídeos inspiradores, jogos e quebra-cabeças, etc.). No HSJ, por exemplo, o Serviço de Psicologia, tem uma linha de apoio telefónico para os Profissionais de Saúde. Apostando na intervenção psicológica, implementaram o Modelo APL (Antecipar, Planear e Lidar com Eficácia) que contempla um plano de gestão do stress, respetiva auto-monitorização e apoio na mobilização de recursos de resiliência pessoal. É urgente continuar tudo aquilo que está a ser feito, ou pensar naquilo que pode ser feito, em prol da prevenção do burnout.

Não estávamos preparados para este cenário de “guerra” Covid-19. O que também será fulcral na manutenção da saúde mental, é o comportamento. O comportamento de cada um. O comportamento de cada um na sua equipa de trabalho. O comportamento dos líderes com as suas equipas. É uma escolha individual que fará a diferença na sustentação da saúde mental. É uma escolha. Comportar-se para criar divisões, ou para criar sinergias? Comportar-se para incluir, ou excluir? Comportar-se para alarmar, ou para sossegar? É uma escolha. De cada Um. De todos.

 

Sermos otimistas e acreditarmos em nós, torna-nos também melhores profissionais. As organizações deveriam, cada vez mais, investir em formação que possa capacitar os trabalhadores a acreditar em si e nas suas potencialidades?

Sim, sou defensora. Acredito numa formação dinâmica potenciadora do autoconhecimento e do autodesenvolvimento. Defendo o desenvolvimento das competências vitais ao desempenho das funções e das competências vitais para atuar na Organização/Equipa. As Organizações e Equipas que investem estão já a colher os “frutos”. Precisam de continuar e de acreditar.

Acredito numa formação que ajude a Pessoa a ser otimista e a acreditar em si, mas, sobretudo, que a desenvolva a comportar-se para que outros possam ser otimistas e acreditem em si próprios.

 

A Cláudia é formadora, professora, Coach, Consultora… nas suas palavras, quem é mais a Claúdia?

Sou “Primavera”, gosto de começos, de temperatura amena, de flores, do mar, de brisa suave, de ver nascer e começar a manhã. Gosto de Portugal, gosto da doçaria conventual, gosto de ópera ao vivo. Gosto de bolas de Berlim na praia, de conduzir, de decoração de interiores. Gosto da máquina de lavar a loiça. Gosto de lençóis brancos corados ao sol, das cores pastel. Gosto de nadar nas praias do Norte, de celebrar os sucessos dos amigos. Gosto de pensar que há vida para além da morte. Gosto de jantar em locais bonitos. Gosto de rosas, árvores frondosas. Gosto de regar o jardim, brincar com os meus cães. Gosto de fazer perdurar amizades. Gosto de decorar a casa, do perfume Happy da Clinic, de filmes e séries. Gosto de fazer paciências, de passeios de barco, do livro “Por quem os Sinos Dobram”, de fazer a Árvore de Natal. Gosto de História Mundial, de janelas abertas, de fotografias. Gosto do meu nome Cláudia. Do meu Porto, da Vida.

 

Obrigada. Obrigada de Coração!

 

Conheci a Dra. Cláudia em contexto profissional quando, há uns quatro anos atrás, me deu a formação que mais me marcou até hoje. Nunca tinha tido uma formadora tão empenhada, tão comunicativa, tão preocupada com os seus formandos e as suas necessidades, tão atenta à sua plateia, tão sábia em relação a algo que muitos se esquecem: todas as pessoas são diferentes, a forma como falamos com uns, pode não ser a melhor forma de falar com outros.

Ter o privilégio de ter aqui a Dra. Cláudia significa para mim, enquanto profissional de saúde, mostrar que não é só trabalhar e ganhar o ordenado ao fim do mês. Nos tempos em que vivemos, as equipas estão exaustas. Mas, já muito antes, estavam. Todos os profissionais têm necessidades, todos os profissionais merecem ser ouvidos. Uma gestão que tenha por base, também, a atenção às necessidades de quem ali trabalha, tem quase tudo para dar certo.

A Dra. Cláudia ensinou-me muita coisa. Mas, e acima de tudo, fez-me olhar para dentro de mim. Fez-me pensar na sorte que tenho. Fez-me pensar que não sou um ser estanque, que tem necessidades e desejos e que não posso ter medo de lutar por eles. Fez-me ver aquilo que sempre soube mas que estava esquecido: se eu não lutar pela minha felicidade, ninguém vai lutar. 

Uma mulher de garra, cheia de força, que, mesmo perante as adversidades que a vida lhe vai trazendo, tem SEMPRE um sorriso que contagia todos os que tenham a sorte de se cruzar com ela. 

 

Obrigada. De coração obrigada.

Sex | 03.09.21

O que se lê aqui por cima #56

Nuvem

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Resumo: "A boca dela roçou a dele, sedosa, macia e quente… e ele sentiu o estonteante toque da sua língua. Acendeu-se-lhe, desde logo, a chama do desejo e deixou-se afogar num prazer imoderado, poderoso, como nunca havia sentido.

Quatro jovens damas da sociedade londrina procuram um bom partido. Chega a vez de Evangeline Jenner, a mais tímida, mas também a mais rica, logo que cobre a sua herança.

Para escapar às garras da família, Evie pede ajuda a Sebastian, Lord St. Vincent, um conhecido libertino, fazendo-lhe uma proposta irrecusável: que se case com ela, trocando riqueza por proteção.

Mas a proposta impõe uma condição: depois da noite de núpcias, os dois não voltarão a encontrar-se na intimidade, pois Evie não quer ser mais um coração partido na longa lista de conquistas de Sebastian.

A Sebastian resta esforçar-se mais para a seduzir… ou entregar finalmente o coração, em nome do verdadeiro amor."

 

Emprestaram-me este livro porque, segundo a minha colega, achou que eu ia gostar. E gostei!

"Paixão Sublime" é o terceiro livro de uma série mas, apesar de não ter lido os anteriores, leu-se muito bem e a história acompanha-se sem problemas. É um livro romântico, mas também algo divertido e intenso. É o primeiro livro desta autora que leio, mas gostei da sua escrita simples mas divertida.

É bom para ler à hora de almoço, que é todo o tempo livre que me tem restado ela tem o seguinte da série por isso vou ler também!

E vocês, conhecem? Já leram algo desta autora que aconselhem?

Qui | 02.09.21

Essence Stay ALL DAY 16h

Nuvem

Percebi agora que, com o verão quase a acabar, ainda não vos falei de um dos produtos que mais usei durante estes meses, pelo seu preço e qualidade!

Com o verão, e com as viagens de mais e 40 minutos de e para o trabalho, a pouca maquilhagem que uso gosto que seja à prova d'água para que, com o suor, não fique borratada, sem jeito.

Assim, e para esconder algumas imperfeições que vão aparecendo no rosto, comprei  pela primeira vez a base Essence Stay ALL DAY 16h e adorei!

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Têm cinco tons à escolha, para que possam adequar melhor ao vosso tom de pele - eu, branquinha como sou, comprei o mais clarinho, o "05 Soft Cream".

A Essence é uma das minhas marcas preferidas pela sua excelente relação qualidade-preço, e mais uma vez não desiludiu! Neste caso em específico, o que eu mais gosto nesta base, para além do preço, é a uniformização que deixa na pele e a sua durabilidade - dura mesmo até à noite, sem que se note diferença desde o momento em que a coloquei! Deixa a pele também bastante macia e, acima de tudo, deixa um efeito muito natural - quem olhar para mim, não nota que a estou a usar! Eu só noto porque na máscara, ficam resquícios 

Para mim, uma das descobertas do meu verão!!

 

Qua | 01.09.21

Setembro! 🍂

Nuvem

Folhas Secas Citação Outono História.png

Assim, de repente, o mês. O mês do (nosso) amor.

O mês do aniversário dela.

O mês bonito, com uma explosão de cores que nos lembra que a beleza está nas pequenas coisas!

O mês de recomeços....o mês!🍁

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