Resumo: "Nash Morgan sempre foi conhecido como o mais simpático dos irmãos Morgan, de sorriso aberto para todos. Agora, este chefe de polícia, um sulista encantador que tenta recuperar de um tiroteio, sofre de ataques de pânico e pesadelos constantemente.
Nash não quer que ninguém saiba que está com problemas. Acontece que a sua nova vizinha, a inteligente e sensual Lina, consegue ver além do óbvio. Por regra, ela não é fã de contacto físico, a menos que o inicie. no entanto, por alguma razão, o toque de Nash é diferente. e ele também sente isso. A ligação física entre ambos é inegável e Nash pergunta-se se deve avançar com a relação.
É uma pena que Lina também tenha segredos - se Nash descobrir o verdadeiro propósito de ela estar em Knockemout, nunca a perdoará. Além disso, Lina não quer relacionamentos. Nunca mais. Um caso escaldante e passageiro com um polícia? Claro que sim. Um relacionamento com um homem que espera que ela assente? Nem pensar. Assim que conseguir o que procura, tenciona ir-se embora. Mas esta cidade cativa quem a visita. E Nash decide que Lina será sua, custe o que custar… mesmo que isso signifique enfrentar o perigo que quase o matou."
É o segundo livro da trilogia e se já o primeiro tinha gostado , este gostei ainda mais! É uma história muito gira e que nos prende..difícil deixar de ler até saber como vai acabar. Claro que é o típico romance que acaba bem mas é uma história mesmo!
Saem estudos todas as semanas que comprovam isto. Há imensos programas, podcasts, entrevistas sobre o assunto. Eu sei, todos sabemos. Na teoria.
Mas na prática? Quantos patrões (incluindo o Estado, esse patrão incrível que muitos de nós temos!) mudaram alguma coisa para melhorar a qualidade de vida dos seus trabalhadores que passam a vida a correr entre trabalho e obrigações e ficam sem tempo para cuidar de si e dos seus? Quantas pessoas mudaram a sua atitude perante o outro e deixaram de fazer comentários absolutamente desnecessários e inconvenientes?
Assistimos todos os dias a pessoas que entram em depressão, burnouts e outras coisas que tais...mas nem assim se muda.
Continuamos a assistir, todos os dias, a bullying nas redes sociais. Seja porque estamos magros, gordos, bem ou mal vestidos. Porque viajamos ou porque nunca saímos de casa. Tudo é alvo de escrutínio, para tudo há sempre uma opinião.
E, quando se apregoa a empatia, a sororidade, a compreensão...Onde estão? Para onde foram?
Temos, realmente, de olhar para nós. E para o outro como uma pessoa com sentimentos. E temos, mesmo, de perceber que a saúde mental é tão ou mais importante que a saúde física. E que, um simples comentário, pode derrubar toda uma estrutura mental que por si só já está fragilizada. E que muitas vezes não se mostra.