Resumo: "Eden acreditava que Josh era a única pessoa capaz de a salvar. Para ela, ele era tudo o que havia de bom — um coração generoso, um toque reconfortante, um sorriso bonito —, mas nem ele conseguiu protegê-la do que aconteceu em Como Eu Era Antes.
Quando namoraram no secundário, Eden e Josh nunca tiveram uma verdadeira oportunidade para viver uma relação saudável. Cada um enfrentava os seus próprios demónios: Eden carregava o peso de uma agressão sexual devastadora e Josh lidava, em silêncio, com a realidade de ter um pai alcoólico.
Nesta sequela de Como Eu Era Antes, passam-se alguns meses desde que Eden e duas outras raparigas denunciaram publicamente o seu agressor. Agora, Eden está a começar a vida universitária enquanto o caso segue para julgamento. E, quando ela e Josh se voltam a cruzar, parece que, finalmente, estão no lugar certo, à hora certa.
Mas será o amor deles forte o suficiente para sobreviver ao caos da universidade e à dura realidade de um julgamento que decidirá se Eden terá, enfim, a justiça que merece?
Uma obra sobre seguir em frente depois do trauma, tanto na vida como no amor."
Não dei 5estrelas para que não digam que para mim são todos...mas esta obra, a continuação do "Como eu Era Antes", é mesmo mesmo bonita. É envolvente e tocante, faz-nos sonhar com um amor assim e perceber que, muitas vezes, não sabemos nada das pessoas que julgamos conhecer,. Muitas vezes, criamos capas para esconer aquilo que queremos a todo o custo esconder... Para quem não leu o primeiro, leia! E logo depois leiam este...vão gostar!
Resumo: "Georgia Stanton regressa à sua cidade natal após a morte da bisavó, uma famosa escritora de romances, que ela amava como uma mãe. Herdeira dos direitos autorais, será Georgia a decidir o futuro do manuscrito que ficou inacabado.
Encarregado de terminar o texto estará Noah Harrison, um arrogante e atraente autor de bestsellers. Georgia odeia Noah desde o primeiro minuto, pelo que ele terá de conquistar a sua confiança… e, mais tarde, talvez o seu coração.
Juntos, apercebem-se de que Scarlett estava a guardar a maior história de amor para o fim: a sua. Mas o que Georgia e Noah não suspeitam é de que esta história esconde um grande segredo que pode mudar tudo."
Mais um livro bonito e romântico, absolutamente necessário nestas tardes de inverno, para ler no sofá com a lareira a crepitar. Bonito, envolvente, com história que capta desde o primeiro momento.
Resumo: "«Ele não é o meu inimigo aqui em baixo. É a minha salvação».
Quando Cora vai à festa de aniversário da irmã, espera, no máximo, ter uma ressaca ou um caso de uma noite. Não que lhe roubem a carteira, obrigando-a a depender de Dean -o seu arqui-inimigo e uma verdadeira pedra no sapato. E ela não prevê acordar algemada na cave de um louco. Para piorar as coisas, Dean também lá está, acorrentado.
Depois de quinze anos de provocações, insultos e partidas, a última piada parece ser sobre eles. As duas pessoas que sempre pensaram que acabariam por se matar uma à outra têm agora de trabalhar em conjunto se quiserem sobreviver. Mas Cora e Dean não fazem a menor ideia de que o seu raptor tem um plano para eles. Um plano que irá alterar o curso da relação deles, esbater a linha entre o ódio e o amor, e uni-los com algo muito mais forte do que correntes.
Aviso: Este livro trata de temas fortes (violação, violência, morte), não sendo adequado para um público sensível. Para maiores de 18 anos. Por favor, leia com responsabilidade."
Começamos 2026 com um daqueles livros que é um verdadeiro murro no estômago. São temas muito impactantes que, enquanto mulher, me tocam e chocam profundamente. Dei por mim muitas vezes de lágrimas nos olhos enquanto lia. Mas é absolutamente bonito e necessário de ler.
Começar 2026 com um 5...é promissor para o resto do ano!
Objetivo para 2026: continuar a fazer da leitura uma das minhas terapias
Este ano, colocamos a fastia 10 livros acima da fasquia para 2025 - 35 livros. É verdade que em 2025 ultrapassei em grande escala este número mas prefiro objetivo realistas e depois ultrapassá-los...
Não sei se vos acontece, mas a mim é cada vez mais frequente: não quero ver notícias. Já não consigo mais. Já não aguento ver tanta dor, tanta destruição, tanta maldade gratuita...
Entre Ucrânia, Gaza e, agora, Venezuela, não sabemos onde vamos parar. Não sabemos quando nos pode calhar a nós. Tememos, cada vez mais, que um dia chegue a nossa vez....
Sabem aquela velha máxima que "às vezes, mais vale viver na ignorância"?... Pois, acho que neste caso, é cada vez mais o que me apetece...
Se tenho vontade de ajudar? Claro. Acho que qualquer um de nós, com coração, o que fazer..mas, às vezes, nem toda a boa vontade do mundo chega para ajudar a mudar o coração negro destes terroristas.
Saber que há famílias completamente destruídas, crianças a sofrer horrores, cidades que irão demorar anos a reerguer-se...pessoas que nunca mais terão a sua vida de volta. Isto é do mais assustador que pode haver...e, sinceramente, vivemos neste cantinho à beira-mar plantado e nem sabemos a sorte que (ainda) temos...