Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Nas Nuvens de Um Terceiro Andar

Qui | 06.08.20

A Serra da Estrela no Verão

Nuvem

Vivemos relativamente perto da Serra da Estrela, mas costumamos ir lá é no Inverno, quando há neve. Confesso que com calor, talvez há mais de vinte anos que não ia lá!

Mas este fim-de-semana fomos passear os três por lá, e que bem soube!

No caminho fomos vendo várias lagoas que nos deixam logo encantados. O ar que ali se respira... é de outro nível.

117262633_333089107711031_8829605601955255864_n.jp

 

Começámos por ir ao à praia fluvial do Vale do Rossim, a praia mais alta de Portugal! Apesar de não ter uma zona relvada nem algumas comodidades existentes noutras praias similares, o silêncio, o ar puro e a tranquilidade que ali se vivem valem por tudo!

117253386_668223507236335_8438856918301722309_n.jp

Ao contrário do esperado, a água estava quente e claro que o Francisco quis entrar para dentro de água (e eu fui prevenida com tudo para isso ) e delirou! O facto de haver bastante gente acabou por nos fazer estar menos tempo e decidimos rumar à Lagoa Comprida, onde também há uma parte onde se pode mergulhar! No caminho, fizemos um desvio até à nascente do Rio Mondego para encher as nossas garrafas e, realmente, a água ali tem outro sabor... é maravilhosa!

116733490_723413395057963_7124851889176623830_n.jp

A Lagoa Comprida é a mais conhecida e maior lagoa do maciço superior da Serra da Estrela; a barragem, construída a partir de uma lagoa natural, constitui o principal reservatório de água desta Serra. É muito importante referir que apesar de muito apetecível, ao entrar na água tem de se ter bastante cuidado porque são zonas sem vigilância e onde muda a profundidade muito rapidamente. 

Claro que também fomos ao ponto mais alto, a Torre!

117306017_288563205901055_655269357751370307_n.jpg

Lanchámos por ali e, com aquela vista soberba, parece que nos sentimos outros!

 

Por fim, já no caminho para Manteigas de regresso a casa, fomos ao Covão d’Ametade.

116439061_2866189213666445_3813533415357595797_n.j

 

O Covão d’Ametade resulta de uma depressão de origem glaciar que foi arborizada com vidoeiros ao longo das margens do rio. É um cenário paradisíaco; o rio Zêzere, que nasce junto à Torre, começa a ganhar forma aqui, para depois ir desaguar ao Rio Tejo.

É um cenário lindo que, com neve, fica simplesmente brutal (queremos voltar no Inverno!).

 

Foi um passeio muito giro, Francisco adorou e chegámos a casa cansados mas muito felizes! Apesar de ser uma zona que tendencialmente visitamos no Inverno, adorámos ir nesta altura e, mais uma vez, deixou o coração do nosso Piolho cheio de alegria...há lá coisa melhor?

Portugal é mesmo especial!

Comentar:

Mais

Comentar via SAPO Blogs

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.