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Nas Nuvens de Um Terceiro Andar

28.07.21

A medalha de uma vida

Nuvem
Simone Biles surpreendeu o mundo mas, desta vez, não por mais uma medalha de ouro. Surpreendeu por ter coragem, surpreendeu por dar ouvidos ao seu corpo, à sua mente e saber que tinha de parar. Ganhou provavelmente a medalha mais importante: a da vida. A saúde mental, apesar do tanto que hoje já se fala, continua a ser desvalorizada. A saúde mental continua, em pleno século XXI, a ser vista como algo de menor valor. Vamos a factos: - 12% das doenças em todo o mundo são do foro (...)
25.07.21

A reciclar desde pequeno

Nuvem
Os bons hábitos são para se criar desde pequenos certo? Agora que Francisco está na fase de se sentir independente e de ser ele a fazer tudo, até a deitar as coisas no lixo, decidimos aproveitar e ensinar logo a fazer bem! Aproveitámos este tempo de promoções e fomos com ele a comprar um novo ecoponto aqui para casa. Acabámos por escolher estes por uma questão do espaço que tínhamos disponível; há imensos modelos que se adaptam a todas as casas, é mesmo uma questão de escolher! Ensinámos e agora é ele que vai sempre separando o lixo e vai connosco ao contentor. Se tinha tempo para aprender? Claro que tinha! Mas se ele gosta de aprender e gosta de fazer, então que aprenda logo a fazer bem. Por ele e pelo planeta 
25.06.21

Não se pode tudo..

Nuvem
Vejo isto e simplesmente continuo a não entender o ódio gratuito, a loucura, o não saber os limites, das pessoas. Claro que todos queremos que os nossos ganhem. Claro que acabamos por criticar (quando não devíamos!) quando não jogam tão bem...mas caramba! Ameaças? Insultos e desejos de morte da família??   Isto não é normal. É futebol.. é desporto. Mas são pessoas. Com sentimentos. Não se pode tudo. E há quem não entenda isso. Não entendem que fazer isso a um jogador, (...)
13.06.21

Quando acontece o impensável...

Nuvem
Sejamos ou não amantes de futebol, quando vemos uma imagem como a de ontem, em que um homem cai completamente desamparado, não conseguimos ficar indiferentes. À memória vem, imediatamente, a imagem de Miklos Fehller quando, há 17 anos, partiu tão cedo demais, também ele a fazer o que mais gostava, jogar futebol. Ver o desespero dos colegas, a tristeza em cada olhar dos que ali assistiam ao que seria uma festa de futebol.  Felizmente, foi salvo. Felizmente, havia pessoal (...)