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Nas Nuvens de Um Terceiro Andar

23.02.19

A televisão para ele

Nuvem
 Não sou fundamentalista nem radical. Não acredito que apenas há branco ou preto, gosto mais de cinzaMas sempre tive como ideal que os meus filhos, e neste caso o Piolho, brincassem muito, de forma saudável. Estou fartinha de ver crianças que só se entertem com tablets e telefones. Perdem dias inteiros de sol e ar puro dentro de casa. Isso para mim é impensável.Quero muito que ele tenha a liberdade que eu tive. Que corra, brinque, caia, salte e, até , que se magoe para que (...)
18.02.19

Sobre o Festival da Canção

Nuvem
Apenas tenho a dizer que, se Conan Osíris for o nosso escolhido para representar Portugal no Festival da Eurovisão, já ganhámos... O ano passado ganhou uma tresloucada que parecia uma galinha... Num mundo em que Trump é presidente dos EUA, quem duvida que o Conan possa ganhar?   Agora a sério. Desculpem lá os defensores da originalidade e da diferença. Também eu sou a favor da diferença. Aliás, foi isso que levou o nosso Salvador a ganhar. Isto não é diferença. É ridículo. (...)
08.02.19

O flagelo continua

Nuvem
(imagem daqui) Já faltam as palavras para este absurdo que é a violência doméstica. Já faltam as palavras para o facto de estarmos no 39º dia do ano e já terem morrido 10 mulheres e uma criança por causa disto.A Lara, a menina que morreu às mãos do pai, morreu. Morreu sem perceber porquê. Sem perceber que mal fez ao (...)
30.01.19

Saudade

Nuvem
Só temos saudade daquilo que gostamos. Daquilo que nos faz falta.Só temos saudade das pessoas que nos marcaram. Das pessoas que contribuíram (e contribuem) para a nossa felicidade.Só temos saudade dos cheiros que nos recordam coisas boas.Só temos saudade de comidas que nos levam a recordar as pessoas que as faziam. Só temos saudades quando amamos. Saudade é amar. Ter saudades é bom. Pode doer...mas é saudade é sempre amor. Hoje é dia da Saudade. Mas a Saudade não tem dias. A (...)
28.01.19

Do medo...

Nuvem
Acho que, pensando racionalmente, todos sabíamos que o menino de Málaga, Julen, não tinha hipóteses de estar vivo. Pela altura da queda, pela idade dele, pelos dias intermináveis que foram passando sem que se conseguisse chegar lá.Mas, no fundo, quisemos sempre acreditar num milagre. Porque admitir esse impossível, dá-nos medo. Muito medo. Medo que fôssemos nós a estar na situação desesperante, horrível, indescritível, daqueles pais. Que aquele fosse o nosso filho, neto, (...)